Se há coisa que posso afirmar com toda a certeza é que sou uma boa amiga.
Perdoem-me se estarei a ser convencida ou algo parecido mas a verdade é que acho mesmo que sou. Estou sempre pronta para ouvir, para dar conselhos, para ajudar, para alinhar em todo o santo plano e como a Martina dizia: para dar amor.
Gosto sempre que as pessoas de que gosto se sintam gostadas (usei demasiado o verbo gostar nesta frase não usei?) talvez seja por isso que todos os dias digo aos meus gatos aka os meus mais que tudo "a dona ama-te" não vão eles sentirem-se deprimidos ou sozinhos no mundo.
Toda esta conversa para quê? Porque, para mim, uma das piores sensações é a impotência. Fico tão vazia quando um/a amigo(a) está mal e eu não posso fazer mais nada do que as típicas conversas optimistas de um futuro melhor. É chato e acontece sempre às pessoas que mais gosto. Às pessoas que merecem o mundo acontece-lhes trambolhão atrás de trambolhão.
E eu fico ali a olhar, com os bracinhos abertos pronta para abraçar porque não há mais nada que eu possa fazer. E admito que até tenho bastante jeito para isso.

Entendo-te bem, sou como tu!
ResponderEliminarR: Obrigada <3 Adorei o vosso blog! Segui!